Miguel estava sentado à mesa do apartamento, as anotações da vigilância espalhadas diante dele. As informações eram detalhadas, mas não traziam nenhum alívio. Cada linha parecia um lembrete do peso que carregava: ele estava se aproximando de uma missão impossível.
O novo chefe do Quai des Orfèvres, François Leclerc, não era como os policiais corruptos que a organização manipulava. Ele era incorruptível, e era exatamente por isso que o queriam morto. Mas para Miguel, François era uma oportunidad