KITANA
A casa estava em silêncio, era de madrugada.
Do tipo que faz até o som da própria respiração parecer alto.
Abri a porta devagar, girando a maçaneta com cuidado, como se qualquer ruído pudesse denunciar minha presença. Entrei na ponta dos pés, segurando os sapatos nas mãos.
Meu coração ainda estava leve.
Cheio de emoções de um modo bobo.
Um sorriso insistia em ficar no meu rosto, mesmo contra a minha vontade.
Ao lembrar de Sidney e da noite maravilhosa que tivemos juntos.
O mar.
Tudo pare