SIDNEY
Eu acordei leve.
Fazia tempo que isso não acontecia.
Leve de verdade.
Sem o peso constante das decisões, sem o ruído incessante de um país inteiro dependendo de mim, sem o eco das vozes do conselho tentando moldar cada passo meu.
Naquela manhã, eu só acordei e sorri.
Passei a mão pelo rosto, soltando um suspiro longo enquanto encarava o teto do quarto. A lembrança da noite anterior inundou meu peito de um sentimento que a muito tempo não sentia.
Kitana.
O riso dela.
O jeito como ela me o