SIDNEY
Eu estava furioso!
Não! furioso não era suficiente. Era algo mais profundo e obscuro.
Era aquele tipo de irritação silenciosa que vinha carregada de anos de controle e que ameaçava escapar pelas frestas.
A porta da suíte presidencial bateu atrás de mim com força. O som ecoou pelo ambiente amplo, luxuoso, impecável, com vidros do chão ao teto, vista privilegiada da cidade, mobiliário sofisticado.
Tudo no mais alto padrão.
Tudo meu.
Aquele hotel inteiro era mais uma das muitas propriedades