KITANA
Eu sabia.
Sabia que aquele dia ainda não tinha acabado. Mas eu não imaginava que ele conseguiria piorar.
—É o quê?! — a voz do meu pai praticamente ecoou pela casa.
Eu fechei os olhos por um segundo.
Respira, Kitana.
Quando abri de novo, ele já estava de pé, andando de um lado pro outro com aquela energia raivosa.
Minha mãe colocou a mão no braço dele.
—Luiz, calma…
—Calma?! — ele virou pra ela. — Você ouviu o que ela disse?!
—Ouvi — ela respondeu com mais tranquilidade. — Mas isso não s