AMÉLIA
— Você tá bem? — perguntou, segurando meu braço e me puxando para longe de Pesadelo e Maicon.
— Tô. — respondi, tentando sorrir para tranquilizar ela, mas minha voz tremia. — Vamos logo antes que ele mude de ideia.
Caminhamos em silêncio por alguns minutos, até que Liliana finalmente quebrou o silêncio.
— Amiga, você não devia ter falado com ele desse jeito. — disse, a voz baixa e preocupada. — Ele é perigoso, não dá pra brincar com isso, Amélia. É sério!
— Eu sei. — suspirei, sentindo u