A escuridão era espessa e bem acolhedora, eu acabei caindo no sono, entrelaçada ao colchão confortável e os lençóis de seda. Meu corpo estava afundado, cada músculo finalmente descontraído após aquele dia interminável. A minha mente, apesar de tudo, ainda permanecia pensando em Matteo.
A minha respiração estava em um rimo suave, um barco balançando em um mar calmo. Até que algo – um instinto ancestral, um estalo no carpete, o ínfimo rangido de um peso se transferindo, me puxou para a superfície