Eu não sei quanto tempo passou.
Algo me despertou, talvez o silêncio ou a ausência de Matteo no sofá.
Acordei com uma pequena manta sob o meu corpo ainda nu, mas a manta não era suficiente, nada seria depois de ter estado ao lado dele.
Eu abri os olhos devagar. A sala estava mergulhada em uma penumbra azulada; a luz do amanhecer atravessava parcialmente as cortinas.
“Ainda bem” – Eu pensei – “Assim eu não fico vendo o que não existe”
Eu me senti no sofá ainda tentando despertar.
- Matteo? – Cha