CAPÍTULO 25 – ENTRE RISOS E SILÊNCIOS
ANA
O jantar naquela noite parecia simples demais para carregar tanto peso.
A mesa longa da mansão estava posta com cuidado excessivo, como se alguém tentasse normalizar algo que já estava diferente. O cheiro da comida preenchia o ambiente, mas eu quase não sentia fome.
Theo sentou ao meu lado, como sempre fazia agora. Era um hábito que se formou sem que eu percebesse. Ele encostava o braço no meu, apoiava o queixo na mão, como se ali fosse um lugar se