– QUANDO A FELICIDADE NÃO PEDE DESCULPAS
ANA
Havia algo de profundamente calmo na forma como a vida tinha se organizado.
Não era ausência de problemas. Era presença de escolhas.
William cozinhava comigo nas noites em que nenhum de nós tinha reunião. Não por obrigação, mas porque descobrimos que dividir a cozinha era mais íntimo do que qualquer jantar caro.
— Você está cortando errado — ele comentou, observando minha tentativa de picar ervas.
— Eu estou improvisando — respondi, rindo.
Ele