Christopher.
— O que quer, Yana? — perguntei, tentando manter a paciência diante da futilidade que me esperava.
— Desculpe incomodá-lo, senhor, mas a senhorita Angeline está aqui e insiste em vê-lo.
Respirei fundo, lutando contra a impaciência que sua presença me causava.
— Tudo bem, Yana. Pode deixá-la entrar — disse e desliguei o telefone, voltando minha atenção para os documentos à minha frente, aguardando a garota chata e mimada que meu pai insistiu em me empurrar como namorada.
— Christoph