Âmbar.
Dias depois...
— Olá, Âmbar, como vai? — Kevin perguntou, a voz impregnada de uma gentileza que mais parecia um disfarce venenoso. Ele parou ao meu lado no corredor da escola, as mãos nos bolsos, um sorriso indecifrável no rosto.
Kevin, sendo gentil comigo? Isso era mais perigoso do que qualquer insulto direto.
— Vou muito bem, Kevin. — Minha resposta foi seca, mas não consegui esconder a ponta de desconfiança.
Ele arqueou uma sobrancelha e inclinou a cabeça, analisando-me como um predad