Yana
Assim que entramos no quarto, meu corpo fica tenso, travado. As sensações boas que tive com os orgasmos recentes já se foram, deixando apenas a vergonha.
Ela se vira para mim e segura as minhas mãos.
Seus olhos se fixam nos meus.
— Você quer realmente fazer isso, Yana? — A voz de Âmbar saiu doce, gentil.
Ela estava realmente preocupada com o meu bem-estar.
— Sim, quero. — Minhas bochechas queimam. — Eu... Eu... só tenho vergonha de me expor para tanta gente.
Depois do que me aconteceu no pa