Uma semana, era tudo o que a normalidade tinha conseguido durar.
Helena já caminhava melhor pelos corredores, o riso voltava aos poucos, Sofia dormia noites quase inteiras sem acordar assustada. A mansão ainda respirava vigilância, mas havia algo perigosamente humano acontecendo ali: eles começavam a acreditar que talvez o pior tivesse passado.
Foi exatamente por isso que Laura atacou.
A manhã estava clara, comum demais. Helena insistira em sair por alguns minutos, queria sentir a rua, o mundo