CAPÍTULO 116 - DOIS MESES

O tempo não apaga as dores; ele as acomoda em lugares menos visíveis. Dois meses depois de tudo o que atravessaram, a mansão já não carregava o mesmo peso sufocante nos corredores. Havia ainda silêncios — sempre haveria — mas eles agora eram entrecortados por risos, por planos sussurrados à noite e por uma expectativa que vibrava no ar como música baixa antes de um grande espetáculo.

Faltavam três dias.

O casamento aconteceria na Fazenda Monteiro, ao pôr do sol de uma quinta-feira e o mesmo céu
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