Voltei para casa sem conseguir organizar os pensamentos. O metrô passou rápido demais, as ruas pareceram borrões, e eu só queria chegar, fechar a porta e respirar. Não tive tempo de pensar. Talvez isso tenha sido um alívio.
Abri a porta.
Ele estava lá.
Jonny caminhava pelo meu apartamento como se fosse dele. Não sentado, não esperando, caminhando. Observando os cantos, a janela, a estante com meus livros, como alguém que já conhecia aquele espaço por dentro.
Meu coração disparou.
— O q