Ele se afasta da porta em silêncio e eu entro.
— Não é o que você está pensando — digo. — Eu vim porque não consigo dormir.
O olhar dele percorre meu rosto por um instante e minhas bochechas ardem.
— Eu não conheço nenhuma canção de ninar — responde, seco. — E as minhas histórias de dormir podem ter o efeito oposto nos mortais.
Seguro um sorriso com seu humor ácido.
— Tudo lá em cima é muito grande para mim. Sinto falta do meu apartamento pequeno.
— Você não vai voltar para lá. Não tenho ningué