Abro os olhos. O teto é alto, branco, sem enfeites, e a luz que entra pelo vão das cortinas pesadas é discreta. Leva um segundo para o meu cérebro processar que não estou no meu apartamento. Estou no quarto de Cael.
A cama é enorme, macia, com lençóis completamente brancos. Duas mesas de cabeceiras largas como mesas de centro, chão de pedra fria com tapetes claros e um closet gigantesco. Só esse quarto já é maior do que o meu apartamento inteiro.
Estou sozinha. Não sei onde ele dormiu — ou se d