DIMITRI
CORRO ATÉ O PÉ DA ESCADA na velocidade da luz, olhando de relance para minha mãe, vejo que ela está no topo da escada, olhando para baixo com o nariz erguido a respiração acelerada.
- Chamem uma ambulância! - Ordeno para os seguranças, minha voz passar embargada pela garganta não impede que ela saia forte como um trovão. - Hanna...Hanna...- Toco em seu rosto, em seu testa há sangue, o mesmo mancha minhas mãos me fazendo sentir o forte cheiro de ferrugem e sal.
Balanço a cabeça em