RYDER
Acordo meio atordoado, no meio da madrugada. A minha cabeça dói demasiado, por conta do álcool que tenho bebido por semanas. Mesmo através da escuridão, percebo que estou na sala da casa da minha mãe. Não me recordo como fui parar aqui.
Então sinto a dor da traição por afinal haver uma possibilidade de o menino de dois anos que Chloe carregava ser meu. Estou confuso e ao mesmo tempo assustado, pois sei que não posso me afogar no álcool e não encarar a realidade não vai me levar a lado n