RYDER
Ainda é noite quando acordo, o céu lá fora nem ameaça clarear. O silêncio é pesado, interrompido apenas pela respiração tranquila de Savannah, aninhada ao meu lado no sofá. Observo-a por um instante — as olheiras marcadas, o rosto sereno. Deve ser das primeiras vezes em dias que consegue dormir assim, profundamente. Não quero ser eu a tirar esse descanso, então levanto-me devagar, quase sem respirar, e sigo para a cozinha.
A luz fria da geladeira ilumina o ambiente quando a abro. Preciso