Horas depois, quando a fazenda mergulhou no silêncio da noite mineira e Arthur dormia profundamente, Gabriel levou Eliza para o quarto principal. Ele havia espalhado pétalas de jasmim pelo caminho, e o ar estava morno, aquecido pela lareira que estalava suavemente.
Ele a conduziu até a varanda privativa do quarto antes de entrarem na cama. Gabriel parou atrás dela, desfazendo o laço do vestido de linho com movimentos lentos, sentindo a textura da pele dela sob seus dedos.
— Eu nunca me canso