O gel translúcido terminou de escoar, e Maya caiu no chão metálico da câmara. Seus cabelos, da mesma cor dos de Helena, flutuavam eletrizados pelo ar saturado de energia. Quando ela ergueu o rosto, seus olhos não eram âmbar como os de Arthur, mas de um violeta profundo e instável.
— Maya, espere! Eu sou seu irmão! — gritou Gabriel, dando um passo à frente e retirando a máscara de mergulho para que ela visse seu rosto.
Maya não ouviu. Para ela, qualquer homem de jaleco ou traje tático naquela