O ambiente no subsolo era sufocante. O cheiro de ozônio e fios queimados impregnava o ar enquanto Otávio, com as mãos trêmulas sobre o teclado do mainframe, enfrentava a escolha mais cruel de sua vida.
— Droga, Eduardo! Isso não é justiça, é carnificina! — gritou Otávio para as paredes de concreto, enquanto os ícones de Eliza e do Bebê piscavam em vermelho, exigindo uma decisão que ele não tinha o direito de tomar.
Foi nesse momento que a porta pesada da sala de servidores se abriu com um e