Dois seguranças do hospital se aproximaram de Eduardo. O Diretor, com o rosto vermelho de indignação, apontou para a saída.
— Dr. Cavalcanti, você está demitido por justa causa e sua licença médica será contestada no Conselho de Ética hoje mesmo. Saia do meu hospital antes que eu chame a polícia para prendê-lo por tentativa de homicídio culposo.
Eduardo, vendo que não tinha mais saída, soltou uma risada seca e amarga. Ele ajeitou o jaleco uma última vez, mas seus olhos azuis estavam injetados de fúria. Ele caminhou até Eliza e Gabriel, parando a centímetros deles.
— Vocês acham que venceram? — ele sussurrou para Eliza, ignorando os seguranças. — Você acha que ele é o herói da sua história, Eliza? O grande Dr. Vance, o homem de gelo com as mãos de ouro...
— Acabou, Eduardo. Apenas aceite as consequências dos teus atos. Vá embora — disse Gabriel, sua voz era um aviso baixo e perigoso.
Eduardo sorriu de lado, um sorriso que enviou um calafrio pela espinha de Eliza. E então fez u