A noite caiu sobre a cidade com uma chuva fina e persistente. Eliza estava em seu apartamento, a luz do abajur iluminando o anel de esmeralda que agora parecia pesar em seu dedo. O silêncio foi interrompido por batidas insistentes e pesadas na porta.
Ao abrir, ela encontrou Gabriel. Ele estava encharcado, o cabelo escuro grudado na testa e os olhos carregados de uma dor que ela nunca tinha visto, nem mesmo nos casos médicos mais terminais.
Ele não esperou o convite para entrar. Caminhou a