O saguão principal do hospital estava lotado no horário de troca de plantão. Quando as portas automáticas de vidro se abriram, o silêncio se espalhou como um vírus. Gabriel entrou primeiro, mantendo a porta aberta com um cavalheirismo que ele raramente exibia em público. Ele segurou a mão de Eliza, e o gesto foi tão deliberado que as conversas paralelas cessaram instantaneamente.
Ao passarem pela recepção central, a luz fria do hospital bateu no anel de esmeralda no dedo de Eliza. O brilho ve