O clima na cabana estava carregado de um magnetismo irresistível. Enquanto o silêncio vinha do quarto de Eliza e Gabriel, a sala de estar era preenchida pela música suave que saía do celular de Rebeca e pelo som da chuva que começava a cair lá fora.
Rebeca estava sentada no tapete, com as pernas cruzadas, observando as brasas da lareira. Otávio a observava de soslaio, admirando a energia vibrante que ela carregava até nos momentos de repouso.
— Você é sempre assim, Rebeca? — Otávio pergunto