O sol mal havia nascido quando o silêncio da casa foi cortado por passos firmes. Natalie entrou na sala com Amaya nos braços. Os olhos vermelhos, a expressão travada — havia algo de inabalável em seu rosto. Algo que Alejandro nunca tinha visto antes.
Ele estava sentado no sofá, com a arma ainda ao lado, as costas curvadas pelo peso da noite. Levantou-se ao vê-la.
— Natalie...
— Eu vou embora.
Ele congelou.
— O quê?
— Eu disse que vou embora, Alejandro. — Sua voz era baixa, firme. — Pra Nova Ior