Natalie apoiou as mãos na pia do banheiro do hospital, encarando o próprio reflexo como se esperasse encontrar alguma resposta ali. Ainda sentia a pressão das mãos de Alejandro em sua cintura, o hálito quente dele tão próximo, e o som abafado da voz dele ecoando dentro daquela sala de limpeza.
“Não brinca comigo, Natalie.”
Aquelas palavras tinham mais peso do que ela queria admitir. Ele não era só um homem bonito com um olhar perigoso. Ele era caos. E parte dela... odiava o quanto aquilo a