O relógio na parede marcava pouco mais de cinco da tarde quando Natalie respirou fundo, alisou o jaleco e caminhou até o quarto 214. A porta estava entreaberta, e a luz suave do entardecer atravessava a janela, tingindo o ambiente de dourado.
Ela bateu levemente duas vezes antes de entrar.
— Com licença… — murmurou, entrando devagar.
Isadora estava acordada, os olhos ainda pesados pela anestesia, mas lúcidos. Malu segurava sua mão com ternura, sentada ao lado da cama. Alejandro estava de