Hospital Central — 07h18 da manhã
Natalie ajeitou o crachá no bolso do jaleco branco enquanto caminhava pelos corredores ainda silenciosos do hospital. O dia mal começara, e o cheiro de café recém-passado já invadia a ala de emergência. Ela passou pela recepção e cumprimentou os plantonistas com um aceno breve. Ainda se adaptava à rotina do novo turno, mas havia algo reconfortante naquele ambiente: ali, ela podia fazer a diferença.
O bip do rádio soou agudo e urgente.
— Emergência chegand