29. Promessa
O silêncio depois do furacão era ensurdecedor. Eu me sentia perdida em um mar de emoções conflitantes - desejo, medo, raiva... e agora, culpa.
Estávamos deitados na cama, minha cabeça encostada em seu peito, a respiração de Dante era regular, apesar do que acabara de acontecer e sob nós um lençol fino demais para esconder o tremor que tomava meu corpo. Meu olhar estava fixo na janela, mas meus pensamentos estavam a quilômetros dali.
Quando Dante se virou para mim, concentrando sua atenção em mi