— Não tem ninguém, e agora está bom? — Florence arfava, o peito subindo e descendo, enquanto encarava Lucian com raiva.
Porém, mesmo naquele estado, ela continuava irresistível. Os cantos dos olhos estavam vermelhos de choro, as lágrimas formavam uma névoa em seu olhar, como se estivesse prestes a desabar, mas se segurasse com todas as forças. Os cílios tremiam levemente, e o brilho úmido de seus olhos era capaz de fazer qualquer um estremecer.
A camisa úmida grudava na pele, revelando mais