O céu ainda tinha tons alaranjados quando Cecília despertou. A luz suave filtrava pelas frestas da cortina, e o som dos passarinhos anunciava o novo dia. A barriga, já bem crescida, tornava difícil encontrar uma posição confortável para dormir — as meninas estavam agitadas, como se também sentissem a vida pulsando forte.
Ela suspirou, passou a mão carinhosa sobre o ventre e sorriu, mesmo com sono.
— “Bom dia, minhas bailarinas… mamãe não dormiu muito, mas já vai dar um jeitinho.”
Com cuidado, l