Já passava da meia-noite quando Cecília ouviu os passos no jardim. Ela estava sentada na varanda, vestindo um robe leve de cetim rosa claro, com o cabelo solto e uma xícara de chá nas mãos. O ventre, grande e arredondado, se mexia suavemente com as quatro pequeninas bailando em seu ventre.
Foi então que a silhueta dele apareceu entre as luzes suaves do jardim.
Fellipo.
Terno aberto, camisa desabotoada até o peito, um sorriso bobo no rosto e os olhos brilhando — de bebida, de emoção, de vida.
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