Mundo de ficçãoIniciar sessão(ELIRA)
Ele ainda estava muito perto.
Perto demais.
A mão dele continuava sobre meu pulso.
Exatamente sobre a marca do Equilíbrio.
O toque não era possessivo.
Mas era firme.
Quente.
Real.
E algo mudou no ar.
O vínculo — que tinha sido soterrado, rachado, quase apagado — não voltou como fio delicado.
Ele voltou como incêndio.
Meu peito apertou.
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