Lua ouviu primeiro os passos se aproximando, depois sentiu o cheiro de sangue e de medo, e já estava em pé quando Tailon surgiu com as duas. Amber veio atrás com a lanterna na mão, baixando a luz pra não ferir os olhos.
— Achei elas no cânion — Tailon resumiu, a voz baixa e rápida. — Desidratadas, com cheiro de mata-lobos. Sem corrente, mas com marca recente, estão fugindo igual a gente.
As duas olharam o interior da caverna, o olhar bateu na mochila, no cobertor, na mão de Lua que se ergueu nu