Ele voltou a atenção para a vaca e pousou a mão firme em seu flanco.
— Vamos levá-la até o celeiro — disse. — Tem capim perto da casa. Talvez existam outros animais soltos.
— Você acha que tem mais? — perguntei, sem conseguir esconder a esperança.
— Não sei. — Pausa. — Mas vou procurar.
Caminhamos juntos até o celeiro atrás da casa. Um galpão antigo, de madeira escura, resistente apesar da idade. A vaca entrou sem resistência, como se aquele lugar fosse um destino esperado havia tempo demai