O sol da manhã atravessava as amplas janelas de vidro do Grupo Bragança, tingindo de dourado os móveis elegantes da sala de Luna. Era quarta-feira, e mesmo com a agenda cheia, ela se permitiu alguns minutos a mais diante do espelho para ajeitar os fios soltos do cabelo e conferir o batom discreto que usava. O reflexo devolvia uma mulher serena, mas determinada.
Luna desceu para o primeiro andar, onde uma reunião com o setor de responsabilidade social a aguardava. Ao passar pela recepção, trocou