O túnel subterrâneo era estreito, úmido e silencioso. As luzes de emergência piscavam em intervalos regulares, criando sombras fantasmagóricas nas paredes de concreto. O cheiro de ferrugem e mofo se misturava ao ar frio, tornando a atmosfera ainda mais opressora. Leonel caminhava à frente com uma lanterna, os sentidos em alerta. Cada ruído ecoava alto demais, como se o perigo os seguisse de perto. Luna o seguia de perto, a respiração pesada, os pensamentos em turbilhão.
— Para onde esse túnel