O sol da manhã invadia o quarto pelas frestas da cortina, acariciando os corpos entrelaçados na cama. Luna abriu os olhos lentamente, o rosto ainda colado ao peito de Leonel, sentindo o ritmo compassado da respiração dele.
Pela primeira vez em muito tempo, ela sentia paz. Mas a paz, ela sabia, era só um intervalo entre duas guerras.
— Bom dia, princesa — Leonel murmurou, os dedos brincando com os fios de cabelo dela.
— Bom dia... meu bilionário — respondeu ela, com um sorriso preguiçoso.
Leonel