A chuva caía fina quando Leonel, ao lado de Marcelo, parou diante de um galpão abandonado no distrito industrial da cidade. A estrutura enferrujada parecia prestes a desabar, mas era exatamente ali que Marcelo garantia estar o primeiro rastro deixado por Alícia.
— Certeza que é aqui? — Leonel perguntou, cerrando os punhos dentro do casaco escuro.
— Alícia sempre teve um gosto peculiar por lugares simbólicos. Esse galpão pertencia ao seu pai… ou melhor, ao homem que ela achava que era seu pai.
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