O silêncio após o disparo parecia ensurdecedor. Carolina estava caída, o sangue escorria pelo chão frio do galpão, e o cheiro metálico tomava conta do ambiente. Rafael guardou a arma, respirando fundo, enquanto Samuel e os demais seguranças garantiam que não restava mais perigo ao redor.
Leonel segurava Luna nos braços, sentindo o corpo dela trêmulo. Ela, mesmo corajosa, sabia que tinha estado a um segundo da morte. Seus olhos marejados encararam os dele, e havia ali tanto medo quanto alívio.
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