O Grupo Bragança acordou em um dia aparentemente normal. O céu ainda estava encoberto, e uma leve neblina pairava sobre os vidros da sede central. No entanto, sob aquela calmaria havia correntes silenciosas prestes a se agitar.
Luna chegou cedo, como de costume, passando primeiro pela recepção da fundação antes de ir ao seu escritório na empresa. Cumprimentou os funcionários com um sorriso calmo e parou na biblioteca, onde Milena lia um livro com expressão compenetrada.
— Posso? — perguntou, ap