A notícia da prisão de Hugo se espalhou pelas dependências do Grupo Bragança como um incêndio silencioso. Não houve pronunciamentos públicos nem comunicados oficiais — apenas olhares desconfiados, sussurros em corredores e portas que se fechavam assim que Leonel ou Luna passavam.
— Está controlado? — Luna perguntou enquanto ajeitava papéis sobre sua mesa.
— Até onde conseguimos prever, sim — respondeu Matteo, do outro lado da linha. — Mas... estamos levantando uma nova pista. Uma transferência