A noite caiu sobre a cidade como um manto silencioso, escondendo verdades e perigos por trás de luzes cintilantes. No alto do edifício do Grupo Bragança, tudo estava quieto. O som das teclas parara, os corredores estavam vazios, e o silêncio reinava, quebrado apenas pelo zumbido dos aparelhos em standby.
Luna fitava a janela do escritório de Leonel. A vista da cidade parecia imensa demais naquela noite. Era como se o mundo lá fora continuasse girando, indiferente às ameaças, às descobertas e ao