A manhã seguinte chegou carregada de uma inquietação silenciosa.
No Grupo Bragança, tudo parecia normal à primeira vista. Funcionários circulavam com pastas, tablets e café nas mãos, reuniões eram marcadas, e os acionistas discutiam estratégias no andar superior. Mas por trás dos vidros espelhados e dos sorrisos treinados, o clima era de alerta.
Na sala de conferências reservada apenas para assuntos críticos, Leonel, Luna e Davi se reuniam com uma equipe de segurança recém-contratada. Homens e