— “Bom dia, Alina.” — Rodrigo me cumprimentou com um sorriso educado e um olhar ligeiramente interessado demais.
— “Bom dia.” — respondi, desviando o olhar rapidamente, sentindo o calor subir pelo rosto.
— “Você trabalha aqui há quanto tempo?” — ele perguntou.
— “Alguns meses...” — respondi baixinho, ciente da presença de Joaquim, que fingia revisar papéis, mas tinha os olhos cravados em nós.
— “E o que costuma fazer nos seus dias livres?” — ele insistiu.
Eu senti os olhos de Joaquim queim