— Eu não vou fazer isso com você de novo, Joaquim. — Sua voz estava baixa, mas firme. Ela não queria brigar, não queria mais essa tensão, mas sabia que ele não a deixaria em paz.
Joaquim se aproximou dela, os passos desordenados, como se a raiva o consumisse. Ele parecia estar fora de controle, sua expressão alterada pela bebida.
— Fazer o quê, Alina? Sair por aí com qualquer um e depois agir como se não soubesse o que está fazendo comigo? — Ele estava perto
demais agora, e o hálito carregado